sexta-feira, 21 de setembro de 2018

Entrevista Pablo Vicent



Para quem não conhece esse “hermano” vem da Argentina e conta com exclusividade um pouco da sua tragetória no blues. Ele é um cara simples e como a maioria dos músicos que não se venderam… trabalha duro para se manter. Essa entrevista prova que… nem só de tango vive o país do Messe e Maradona!

2112. Vamos começar pelo princípio: Como o blues entrou na sua vida?

Pablo Vicent. Na mina adolecência (anos 70) tive a sorte de escutar vinis do meu irmão mais velho em casa, como Led Zeppelin II, The Rolling Stones, Sticky Finger; e algo de Pink Floyd, essa foi mina primeira aproximação.

2112. Na maioria das vez os bluesmans são auto didatas aprendendo tudo nas grandes jams que acontece em bares, puteiros, shows... Foi assim com você também ou teve aulas com professores?

Pablo Vicent. Sim, meu parendizado foi autodidata, a principio no baixo elétrico e anos depois no violão, e aos 48 anos de idade comece a fazer aulas de harmonia.

2112. Você vive exclusivamente da música?

Pablo Vicent. Não, tenho um comércio de embutidos, vivo disso, mas sempre levei meus 34 anos de músico com “rigor profissional”.

2112. Aqui no Brasil cada vez mais cresce o espaço para a música descartável o que comprimi a música de qualidade. Aí na Argentina acontece a mesma coisa?

Pablo Vicent. Sim, lamentavelmente aquí acontece igual, o Blues é simplesmente underground.

2112. Como é o cenário do blues argentino? Tem muitas bandas bacanas?

Pablo Vicent. Sobre isso só posso opinar a distância pois moro numa cidade do interior do país, tem muito poucas bandas de blues que podem dizer que vivem de seus shows.  

2112. Quais são suas influências?

Pablo Vicent. Minha primeira influência foi Led Zeppelin, Cream, Frank Zappa, Pappo’s Blues e logo se abriu o mercado de Blues nos anos 80 e começou a chegar muito material, aí mudou tudo e me deixei levar por Howling Wolf, Muddy Watters, Stevie Ray Vaughan, Johnny Winter, Albert ing, Freddie King, John Mayall, Albert Collins etc…  

2112. Nos shows você toca apenas material autoral ou inclui clássicos do gênero?

Pablo Vicent. A maior parte dos meus shows são de temas próprios, só abordamos clásicos como finalização ou jams que se podem gerar no momento.

2112. Quais covers você mais gosta de tocar?

Pablo Vicent. Eu gosto de tocar Blues Local de Pappo’s Blues, Despiértate Nena de Spinetta, Hideaway de Freddie King, etc.

2112. O que mais te inspira na hora de compor?

Pablo Vicent. Geralmente escrevo letras me quixando de coisas que me acontecem ou das que vejo que acontecem, e logo coloco a música.

2112. Quantos trabalhos você tem gravado?

Pablo Vicent. Só gravei um disco em todos esses anos, é uma conta pendente gravar ao menos três mais, tenho o material musical para fazê-lo.

2112. A distribuição gratuita de música na internet te incomoda?

Pablo Vicent. Não me incomoda, mas não nos esqueçamos que eu vivo de outra coisa.

2112. Você ouve apenas blues?

Pablo Vicent. Escuto na maioria das vezes Blues, mas não todos os días, também escuto muito rock inglês dos anos 70 e rock progressivo de todas as épocas, algo de jazz rock.

2112. Você mantém contato com bluesmans brasileiros?

Pablo Vicent. Não tive o prazer de conhecer pessoalmente nenhum deles. 



Versão Espanhol

2112. Vamos a empezar por el principio: Cómo el blues entró em sua vida?

Pablo Vincent. En mi adolescencia (años ‘70s) tuve la suerte de escuchar vinilos de mi hermano mayor en casa, como Led Zeppelin ll , The rolling Stones Sticky Fingers, y algo de Pink Floyd, ese fue mi primer acercamiento

2112. En la mayoría de las veces los bluesmans son auto didatas apriendendo todo em los grandes jams que sucede em los bares, puteiros, shows... Fue así con usted tambíen o tuvo clases con professores?    

Pablo Vincent. Si, mi aprendizaje fue autodidacta, al principio en el bajo eléctrico y años después incursioné en la Guitarra, y ya a mis 48 años de edad comencé a tomar clases de armonía

2112. Usted vive exclusivamente de la música?

Pablo Vincent. No, tengo un comercio de venta de fiambres, de eso vivo, pero en mis 34 años de músico siempre me manejé con “rigor profesional”

2112. En Brasil cada vez más crece el espacio para la música desechable lo que comprime la música de calidad. Ahí en Argentina sucede la mismo?

Pablo Vincent. Si, lamentablemente aquí sucede igual, el Blues es meramente underground

2112. Como es el escenario argentino? Tienes muchas bandas bacanas?

Pablo Vincent. De eso solo puedo opinar a la distancia ya que vivo en una ciudad del interior del País, hay muy pocas bandas de Blues que puedan decir que viven de sus shows

2112. Cuáles son sus influencias?   

Pablo Vincent. Mi primer influencia fue Led Zeppelin, Cream, Frank Zappa, Pappo’s Blues y luego se abrió el mercado de Blues en los 90s y empezó a llegar mucho material, ahí cambió todo y me deje llevar por Howling Wolf, Muddy Waters, SRVaughan, Johnny Winter, Albert King, Freddie King, John Mayall, Albert Collins, etc

2112. En los shows usted toca sólo material autoral o incluye clássicos del género?

Pablo Vincent. La mayor parte de mis shows son de temas propios, solo abordamos clásicos como finalización o jams que se pueden generar en el momento

2112. Qué cubiertas te gusta más tocar?

Pablo Vincent. Me gusta tocar Blues Local de Pappo’s Blues, Despiertate nena deSpinetta,Hideaway de Freddie King, etc

2112. Qué más te inspira a la hora de componer?

Pablo Vincent. Por lo general escribo letras quejándome de cosas que me pasan o veo que pasan, y luego le añado la música

2112. Cuántos trabajos has grabado?

Pablo Vincent. Solo he grabado un disco en todos estos años, es una cuenta pendiente grabar al menos tres mas, tengo material musical para hacerlo

2112. La distribución gratuita de música em internet te molesta?  

Pablo Vincent. No me molesta pero no olvidemos que yo vivo de otra cosa

2112. Usted apenas oye blues?

Pablo Vincent. Escucho mayormente Blues, pero no todos los días, eso no me sirve, también escucho mucho rock Ingles de los 70s y progresivo de todas las épocas, algo de jazz- rock

2112. Usted mantiene contacto con bluesmans brasileños?

Pablo Vincent. No tengo el gusto de conocer personalmente a ninguno.

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